Skip to main content

Tipo: Artista

Patossa

Patossa – Patricia Barrachina. Sou uma artista visual multidisciplinar que ajuda marcas e instituições a agregar valor visual e artístico aos seus projetos — seja em formatos estáticos (cartazes, design editorial, mídia impressa), dinâmicos (stop-motion e motion graphics) ou até mesmo por meio de recursos visuais ao vivo para eventos e performances.

Escolhi este pseudônimo porque acredito no poder criativo dos erros — nos resultados inesperados que nascem da falta de jeito. Encontro encanto ao observar objetos; escuto-os e descubro os segredos de suas “segundas vidas”, escondidos em suas bordas. Eu os monto, disseco, transformo e altero artisticamente — utilizando colagem e cor — para transmitir ideias, valores e experiências sensoriais por meio da poesia visual e do simbolismo.

Vjs Retinantz (Cauê Nascimento e Gabriel Furtado)

O grupo VJs Retinantz é um coletivo de artes digitais dedicado à criação de experiências audiovisuais que integram imagem em movimento, video mapping, videocenografia, salas imersivas e tecnologias interativas. Atuando na convergência entre arte, tecnologia e espaço urbano, o grupo desenvolve projetos que transformam arquiteturas, paisagens, ambientes expositivos e palcos em superfícies narrativas, explorando novas formas de percepção e relação entre público, imagem e território. Com uma pesquisa estética voltada para a experimentação visual, o coletivo constrói obras que dialogam com memória, cultura, patrimônio, identidade e imaginário contemporâneo.

Ao longo de sua trajetória, os VJs Retinantz vem realizando intervenções urbanas, videoinstalações, espetáculos multimídia, performances de VJing, exposições e ações formativas, promovendo o encontro entre diferentes estéticas e linguagens artísticas, e incentivando a democratização do acesso às artes digitais. Seus trabalhos transitam entre espaços culturais, museus, festivais, teatros e ocupações urbanas.

O grupo também possui ampla experiência na criação de videocenografias para espetáculos de música, dança, teatro e grandes eventos culturais. Ao longo de sua atuação, desenvolveu conteúdos visuais para apresentações e projetos de importantes artistas e instituições, entre eles a Orquestra Sinfônica do Recife, Elba Ramalho, Alceu Valença, Cordel do Fogo Encantado, Naná Vasconcelos, Lenine e o espetáculo O Grande Encontro. Também assinou projetos de videocenografia para a Escola Pernambucana de Circo, o Carnaval do Recife, o Festival Rec-Beat, o Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) e a Cantata Natalina do IMIP.

Paulo Antunes

Paulo Antunes é um artista visual, diretor de cinema e produtor fonográfico natural de Montes Claros, Minas Gerais, onde consolidou uma trajetória marcada pela articulação entre a tradição imaterial do Sertão e a inovação tecnológica. Sua atuação transcende a execução técnica, posicionando-se como um esforço de preservação cultural mediado pela animação 3D e pelo design de som imersivo. Antunes defende um “Regionalismo Tecnológico”, utilizando ferramentas digitais para traduzir a identidade do Cerrado e a riqueza das Festas de Agosto em uma linguagem de alcance universal.

Sua obra mais emblemática, o curta-metragem “Agosto dos Ventos” (2022), é um marco de sua versatilidade ao atuar como um one-man army que domina desde o roteiro até a trilha sonora. O filme, que utiliza o pequi como metáfora de resistência cultural, recebeu Menção Honrosa pelo Júri oficial da RECAM no FAM 2023, consolidando o reconhecimento de sua capacidade de transformar a especificidade sertaneja em patrimônio estético de circulação internacional.

Além do audiovisual, Antunes possui sólida carreira como produtor fonográfico, colaborando com diversos artistas em arranjos que equilibram delicadeza orgânica e rigor técnico. Através de sua prática, que transita entre o lúdico e o experimental — como visto na obra “NIHIL” —, ele desafia a centralização dos eixos metropolitanos, provando que o Norte de Minas é um polo de excelência capaz de gerar produções de alto impacto cultural e relevância política.

VJs CAYETANO e Di Rocha

Artista visual multidisciplinar, Caetano Britto atua como VJ há mais de 10 anos. Realiza ações independentes como a vídeo-projeção “Cabocla”, que percorre as ruas do Centro Antigo de Salvador no dia 2 de julho. Participou de eventos como o BA Mapping (Itaparica), SE Mapping (Sergipe), SSA Mapping (Salvador) nesse foi premiado na 3ª edição com a obra “Apenas”; e Reconvexo Festival (Cachoeira), premiado com a obra “Neural”. Há oito anos é responsável pelo conteúdo visual do palco do Festival Virada Salvador. Cayetano também produziu conteúdos visuais para cenografia de espetáculos de artistas como Iza, Rumpilezz, OSBA, Ilê Aiyê, Matheus Aleluia, Ivete, Saulo. Alem de diversos eventos de música eletrônica, arte e tecnologia e teatro.

Fábio Rocha é cineasta, VJ e mestrando do programa multidisciplinar em cultura e sociedade da Universidade Federal da Bahia (IAHC/UFBA). Desenvolve projetos na interface entre cinema, arte, tecnologia e novas mídias, com atuação em videomapping, instalações imersivas e design audiovisual. Sua trajetória reúne atividades artísticas e formativas no Brasil e na América Latina, além de premiações como o Braskem de Cultura e Arte, editais do MinC, FSA, Fundo de Cultura da Bahia. Como Vj ganhou o último Festival Mapping do Castelo.

FrameBreak

Somos um coletivo de produção audiovisual que integra Motion Design, Edição, 3D, Captação e VFX à narrativa e direção criativa.

Acreditamos na arte como ferramenta de elevação e, por isso, desenvolvemos projetos com fundamento, rigor técnico e visão artística para criar experiências que alcançam novas fronteiras.

Daniela Pinto e Carlos Infante

Desde jovem, Daniela Pinto, artista visual do Guatemala, explora o universo gráfico. Sua trajetória transita entre o design, a cinematografia e os efeitos visuais — uma carreira marcada pela diversidade. O que a distingue é a curiosidade insaciável e a constante experimentação, unindo as diferentes linguagens, técnicas e habilidades visuais que acumulou ao longo de sua experiência. Seus temas de interesse incluem natureza, tecnologia, feminismo, música, preservação cultural e direitos humanos

Walter Mauro

Walter Mauro é Artista Visual de Salvador-BA, especializado em arte digital, manipulação de imagem e criação com inteligência artificial. Com uma trajetória marcada por participações em diversas mostras nacionais, Walter já conquistou reconhecimento em premiações de destaque, incluindo o primeiro lugar no Brasília Photo Show por dois anos consecutivos. Estudante de Artes Visuais pela UFBA, seu trabalho explora de forma profunda e sensível temas ligados à afrodiaspora, combinando técnica e reflexão em cada criação.

Coletivo MamiFERAS

O Coletivo MamiFERAS nasce do encontro entre mulheres artistas que desenvolvem processos coletivos de criação, experimentação e transmutação. Suas pesquisas entrelaçam corpos, mitos, territórios, desejos e tecnologias em instalações, performances e experiências audiovisuais. O coletivo teve sua primeira ação pública na instalação MamíFeras Vulcânicas – Fabulações com a Terra, apresentada no Laboratório Criativo: Arte e Tecnologia no Museu, realizado pelo Pivô Salvador em parceria com o MAC_BAHIA.

Polvo Studio

P O L V O Studio — Estúdio de design dedicado à pesquisa audiovisual experimental e ao design gráfico. Explorando novas fronteiras e linguagens no universo do design, acreditamos na quebra de paradigmas e no poder da experimentação para criar experiências visuais únicas e marcantes.

Idehon

Idehon, nascida em Belo Horizonte e baseada em São Paulo, é produtora cultural com trajetória interdisciplinar que articula tecnologia, literatura e audiovisual. Atualmente, explora o uso de fotografias analógicas em projeções e experimentações visuais. Colaborou no desenvolvimento de projetos do LAB.FILMEPERDIDO e na criação dos visuais do espetáculo Indolente Malandragem, de Cliver Honorato. Atuou como analista financeira na CineBH, na CineOP e na Mostra de Cinema de Tiradentes, além de ter trabalhado como assistente de produção na Ponta de Anzol Filmes. É produtora executiva dos livros Estribilhos de Amor, de Valéria Gomes, e Clarisse, de 100erross.

Trabalha em parceria com VJ Lucih desenvolvendo projetos de VJing, videomapping e produção cultural articulando tecnologia, literatura, audiovisual e fotografias analógicas em projeções e experimentações visuais.