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Edição: 2024

VJ Gabiru

GABIRU – S. m. 1.Bras. RJ Gír. Indivíduo desajeitado. 2. Bras. N.E. Zool. V. rato-preto. 3. Bras. N.E. Zool. V. rato-pardo. 4. Bras. N.E. Zool. V. rato-de-paiol. 5.Bras. N.E. Zool. V. guabiru (1 e 2). (fonte: Dicionário Aurélio) GABIRU – É o sobrevivente dos grandes centros urbanos, o resistente, aquele que nas condições mais adversas encontra meios de sobreviver, o espírito heroico do nordestino em geral, “o caranguejo que saiu do mangue”, o survivor, aquele que recombina os fragmentos do viver. (Davi Cavalcanti)
VJ Gabiru, Davi Cavalcanti é um artista multimedia, DJ, VJ, fotógrafo e videomaker. Desde 2001 vem participando de exposições coletivas na cidade de Salvador e em outras capitais do Brasil, Como VJ Gabiru explora a natureza anamórfica das imagens desconstruindo-as num universo de cores e gráficos, relacionando o universo de imagens da cultura de massa com o caldeirão étnico cultural do Brasil, estabelecendo conexões entre fluxos de imagens e o ritmo com a música, e também com o espaço a partir da tridimensionalidade do vídeo mapping. Em Salvador participou ativamente da cena eletrônica. Também participou de vários eventos musicais.
Atualmente tem se dedicado a projetos de videomapping em intervenções urbanas e eventos, e também ao diálogo com a música instrumental e ancestral da Bahia com o trabalho que desenvolve com a Orkestra Rumpilezz e com outros grupos como Aguidavi do jeje, Pradarum. Além da música e premiações tem criado trabalhos em videomapping, para eventos e festivais, dentro e fora da Bahia

VJ penahx e DJ Léo Costa

VJ Penahx é motion designer, editor de vídeos e artista visual de Brasília. Atua como VJ há mais de 8 anos, levando projeções intensas e camadas visuais psicodélicas para festas e festivais pelo Brasil. Com um estilo versátil e pesquisa estética bastante apurada, Penahx é integrante da nova safra de VJs artísticos da cidade e especialista em transformar fachadas, palcos e espaços urbanos em experiências imersivas.

VJ Carol Santana

Carol Santana é artista visual multimídia que se destaca na cena de VJ e Videomapping com seu trabalho fortemente conectado à cultura ancestral e à arte urbana, trazendo reflexões sobre identidade e resistência.

Reconhecida e premiada internacionalmente, seu trabalho já percorreu mais de 10 países, e mais de 20 renomados festivais de arte e tecnologia pelo mundo como MUTEK (Argentina e Canadá), Amazônia Mapping (Brasil), Untold (Romênia),  XP Music Futures (Arábia Saudita), Noz Stock (Inglaterra), Visual Brasil (Barcelona) e De La Luz Antigua (Guatemala).

Seus visuais também já marcaram presença em locais históricos como Arcos da Lapa, Museu Mar, Museu do Amanhã e Centro Cultural Banco do Brasil .

Misteria

Artista audiovisual, diretor, curador e pesquisador em arte digital

Atual Campeão do VJ TORNA BRASIL 2025.

Diretor e curador do Abstrata – Festival Internacional de Videomapping, fundou o estúdio Misteria Mapping, onde desenvolve projetos autorais de videomapping, videoinstalações, animação digital e performances audiovisuais. Sua trajetória inclui participação como artista, curador e coordenador técnico em festivais nacionais e internacionais.

Atua na pesquisa, ensino e difusão das artes digitais, ministrando oficinas, palestras e cursos com foco em videomapping, VJing, sistemas audiovisuais expandidos e processos criativos. Desenvolve iniciativas de inclusão e formação, como o projeto Rabisco Digital, integrando práticas de criação audiovisual com perspectiva social e educacional.

Mobius Studio

Desde 2014, o Mobius Studio transforma ideias em realidade, unindo arte, tecnologia e criatividade para impactar pessoas. Atualmente, para atender de forma plena a todas as demandas criativas, conta com uma equipe de artistas, designers, roteiristas e desenvolvedores dedicados e atentos aos detalhes. Constrói pontes entre conceitos e pessoas por meio de um pensamento em um design de experiência moderno e atrativo. Ao longo de mais de 10 anos no mercado, o estúdio se dedica e se especializa em desenvolver projetos únicos para cada cliente. Sua missão é ouvir, observar e dar vida às histórias.

 

 

PYÄTY

PYÄTY nasceu no Triângulo Mineiro. Há 10 anos transita entre câmeras e sentidos — videomaker frustrada, artista multimídia de espírito.

Senta que lá vem a narrativa.

Depois de ficar desligada do Instagram, entre 2022 e 2023 (quase 2 anos), se viu num limbo digital, uma realidade aumentada paralela, onde quem não aparece, quase desaparece. 

Foi num dia meio bad, entre piras e filosofias de apartamento, do alto do seu antigo canto em BH, com vista para o Parque Municipal e o Viaduto Santa Tereza, que avistou de longe mappings que chamavam o público para o concreto, com cores neon e presença. Era a Festa da Luz.  A catarse bateu. Telas não convencionais, sem anúncios patrocinados, sem algoritmo, sem distração. Era arte 360º e não no feed (e olha que nem era VR, também!). 

Nú! Todos os seus obsessores saíram do corpo. Ali, entendeu: era aquilo que queria fazer com seus vídeos.

Sua obra é atravessada por perguntas provocativas. Segue em constante experimento — refinando o olhar, buscando uma estética que seja só sua, mas que também fale com o mundo.

Foi finalista no Cerrado Mapping 2024 e, pela primeira vez, viu sua obra em tela grandona. Apesar de não ter ganhado o prêmio, saiu em paz. Ainda há muito a aprender – e isso, para ela, é arte real.