Flame (Matheus França, de 24 anos) é um renomado especialista em projeções audiovisuais que tem impactado grandes eventos pelo Brasil. Sua carreira começou em 2015, aos 16 anos, quando iniciou sua trajetória como VJ. Desde então, vem se destacando por sua criatividade e estilo moderno, que combina animações 2D e 3D com elementos de geometria sagrada, criando verdadeiros shows de psicodelia visual. Sua inovação e talento o consolidaram como uma referência no cenário audiovisual, sempre surpreendendo e encantando o público com suas projeções únicas e envolventes.
Artista visual baiano, formado em Design Gráfico, com atuação em VJing, arte 3D e motion design. Desde 2017, desenvolve o projeto Bug Visuals, onde explora o vídeo mapping para criar experiências visuais sensoriais e imersivas, incorporando referências afro-brasileiras. Sua pesquisa é guiada por experimentação, impacto visual e pela construção de atmosferas digitais que conectam arte, tecnologia e identidade.
GABIRU – S. m. 1.Bras. RJ Gír. Indivíduo desajeitado. 2. Bras. N.E. Zool. V. rato-preto. 3. Bras. N.E. Zool. V. rato-pardo. 4. Bras. N.E. Zool. V. rato-de-paiol. 5.Bras. N.E. Zool. V. guabiru (1 e 2). (fonte: Dicionário Aurélio) GABIRU – É o sobrevivente dos grandes centros urbanos, o resistente, aquele que nas condições mais adversas encontra meios de sobreviver, o espírito heroico do nordestino em geral, “o caranguejo que saiu do mangue”, o survivor, aquele que recombina os fragmentos do viver. (Davi Cavalcanti)
VJ Gabiru, Davi Cavalcanti é um artista multimedia, DJ, VJ, fotógrafo e videomaker. Desde 2001 vem participando de exposições coletivas na cidade de Salvador e em outras capitais do Brasil, Como VJ Gabiru explora a natureza anamórfica das imagens desconstruindo-as num universo de cores e gráficos, relacionando o universo de imagens da cultura de massa com o caldeirão étnico cultural do Brasil, estabelecendo conexões entre fluxos de imagens e o ritmo com a música, e também com o espaço a partir da tridimensionalidade do vídeo mapping. Em Salvador participou ativamente da cena eletrônica. Também participou de vários eventos musicais.
Atualmente tem se dedicado a projetos de videomapping em intervenções urbanas e eventos, e também ao diálogo com a música instrumental e ancestral da Bahia com o trabalho que desenvolve com a Orkestra Rumpilezz e com outros grupos como Aguidavi do jeje, Pradarum. Além da música e premiações tem criado trabalhos em videomapping, para eventos e festivais, dentro e fora da Bahia
VJ Penahx é motion designer, editor de vídeos e artista visual de Brasília. Atua como VJ há mais de 8 anos, levando projeções intensas e camadas visuais psicodélicas para festas e festivais pelo Brasil. Com um estilo versátil e pesquisa estética bastante apurada, Penahx é integrante da nova safra de VJs artísticos da cidade e especialista em transformar fachadas, palcos e espaços urbanos em experiências imersivas.
Carol Santana é artista visual multimídia que se destaca na cena de VJ e Videomapping com seu trabalho fortemente conectado à cultura ancestral e à arte urbana, trazendo reflexões sobre identidade e resistência.
Reconhecida e premiada internacionalmente, seu trabalho já percorreu mais de 10 países, e mais de 20 renomados festivais de arte e tecnologia pelo mundo como MUTEK (Argentina e Canadá), Amazônia Mapping (Brasil), Untold (Romênia), XP Music Futures (Arábia Saudita), Noz Stock (Inglaterra), Visual Brasil (Barcelona) e De La Luz Antigua (Guatemala).
Seus visuais também já marcaram presença em locais históricos como Arcos da Lapa, Museu Mar, Museu do Amanhã e Centro Cultural Banco do Brasil .
Artista audiovisual, diretor, curador e pesquisador em arte digital
Diretor e curador do Abstrata – Festival Internacional de Videomapping, fundou o estúdio Misteria Mapping, onde desenvolve projetos autorais de videomapping, videoinstalações, animação digital e performances audiovisuais. Sua trajetória inclui participação como artista, curador e coordenador técnico em festivais nacionais e internacionais.
Atua na pesquisa, ensino e difusão das artes digitais, ministrando oficinas, palestras e cursos com foco em videomapping, VJing, sistemas audiovisuais expandidos e processos criativos. Desenvolve iniciativas de inclusão e formação, como o projeto Rabisco Digital, integrando práticas de criação audiovisual com perspectiva social e educacional.
PYÄTY nasceu no Triângulo Mineiro. Há 10 anos transita entre câmeras e sentidos — videomaker frustrada, artista multimídia de espírito.
Senta que lá vem a narrativa.
Depois de ficar desligada do Instagram, entre 2022 e 2023 (quase 2 anos), se viu num limbo digital, uma realidade aumentada paralela, onde quem não aparece, quase desaparece.
Foi num dia meio bad, entre piras e filosofias de apartamento, do alto do seu antigo canto em BH, com vista para o Parque Municipal e o Viaduto Santa Tereza, que avistou de longe mappings que chamavam o público para o concreto, com cores neon e presença. Era a Festa da Luz. A catarse bateu. Telas não convencionais, sem anúncios patrocinados, sem algoritmo, sem distração. Era arte 360º e não no feed (e olha que nem era VR, também!).
Nú! Todos os seus obsessores saíram do corpo. Ali, entendeu: era aquilo que queria fazer com seus vídeos.
Sua obra é atravessada por perguntas provocativas. Segue em constante experimento — refinando o olhar, buscando uma estética que seja só sua, mas que também fale com o mundo.
Foi finalista no Cerrado Mapping 2024 e, pela primeira vez, viu sua obra em tela grandona. Apesar de não ter ganhado o prêmio, saiu em paz. Ainda há muito a aprender – e isso, para ela, é arte real.
Desde 2014, o Mobius Studio transforma ideias em realidade, unindo arte, tecnologia e criatividade para impactar pessoas. Atualmente, para atender de forma plena a todas as demandas criativas, conta com uma equipe de artistas, designers, roteiristas e desenvolvedores dedicados e atentos aos detalhes. Constrói pontes entre conceitos e pessoas por meio de um pensamento em um design de experiência moderno e atrativo. Ao longo de mais de 10 anos no mercado, o estúdio se dedica e se especializa em desenvolver projetos únicos para cada cliente. Sua missão é ouvir, observar e dar vida às histórias.
Formada em Ciências Sociais pela FESPSP com Mestrado em Sociologia pela UNICAMP. Atua como pesquisadora, entre seus interesses profissionais estão os assuntos de Comportamento, Inovação e Desenvolvimento de Conteúdo. Integra o ADA – Ateliê Analógico Digital, estúdio que desenvolve trabalhos com arte e tecnologia, focando em experiências imersivas e interativas. Conhecido por explorar a relação entre o analógico e o digital, criando obras que combinam elementos tradicionais com tecnologias inovadoras, desenvolvem projetos em video mapping, salas imersivas, visuais em tempo real, stage design, além de soluções de software e hardware.
Rubén Carrillo é visualista e operador de conteúdo audiovisual com base em Barcelona. Trabalhou durante anos como VJ residente na sala Razzmatazz e desenvolveu conteúdos visuais para turnês como Eurovision On Tour, com apresentações em países da Europa e Austrália. Atualmente integra a equipe de visuais ao vivo da banda Dorian e atua com frequência em contextos de LED, shows ao vivo e festivais. Participou de eventos como o Cerrado Mapping (Brasil) e o Ebre Lumen (Espanha), e desenvolve paralelamente projetos autorais que exploram diferentes relações entre imagem, som e tempo.