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Edição: 2020

VJ Grazzi

Graziela Paes aka VJ Grazzi, brasiliense, graduada em Cinema e Mídia Digitais pelo Centro Universitário IESB.

É integrante UNITED VJs: coletivo de VJs mundialmente respeitado. Conquistou o título de campeã no torneio de Video Mapping VJ TORNA INTERNATIONAL em 2018. Foi premiada na Mostra Aberta no SSA Mapping em 2018. A artista marca presença nos principais eventos culturais no Brasil. Seus projetos foram projetados em festivais como o Ibiza Light Festival, Brasília Mapping Festival, Rock In Rio, Virada Cultural de São Paulo, SP_Urban Digital Festival, SP na Rua, Queen’s Birthday Party na Embaixada do Reino Unido, Festival CoMA, Cerrado Jazz Festival, Festival Latinidades e mais. É residente da Só Track Boa Festival, Produz VJ sets especiais para artistas da cena musical em festivais como Lollapalooza, Pontifexx, Muntchako, entre outros.

Vj Edmosh e Vj Chindogu

Vj Edmosh e Vj Chindogu

Vj Chindogu- Artista uruguaio dedicado a mídias audiovisuais em tempo real: mapeamento de vídeo, design visual e VJing. Explorou diversas ferramentas para gerenciar, controlar, acionar e inter-relacionar áudio, visual e iluminação em tempo real. Apresentou seus cenários e instalações em Montevidéu, Buenos Aires, Santiago do Chile, Berlim, Genebra, Madri, Barcelona, Valência, Eindhoven, Paris, Roma, etc. Primeiro lugar no VJ Torna International 2014 / LPM (Live Performers Meeting) Eindhoven, Holanda Segundo lugar no VJ Contest International 2014 / Mapeamento

VJ Gabiru

VJ Gabiru, Davi Cavalcanti é um artista multimedia, DJ, VJ, fotógrafo e videomaker. Desde 2001 vem participando de exposições coletivas na cidade de Salvador e em outras capitais do Brasil, Como VJ Gabiru explora a natureza anamórfica das imagens desconstruindo-as num universo de cores e gráficos, relacionando o universo de imagens da cultura de massa com o caldeirão étnico cultural do Brasil, estabelecendo conexões entre fluxos de imagens e o ritmo com a música, e também com o espaço a partir da tridimensionalidade do vídeo mapping. Em Salvador participou ativamente da cena eletrônica. Também participou de vários eventos musicais.
Atualmente tem se dedicado a projetos de videomapping em intervenções urbanas e eventos, e também ao diálogo com a música instrumental e ancestral da Bahia com o trabalho que desenvolve com a Orkestra Rumpilezz e com outros grupos como Aguidavi do jeje, Pradarum. Além da música e premiações tem criado trabalhos em videomapping, para eventos e festivais, dentro e fora da Bahia

VJ Le Pantoja

DIADORIM: feminino em veredas (LETICIA PANTOJA) 3’13’ ‘Produzida especialmente para participar do I Cerrado Mapping Festival (ago/2020), aobra é fruto de um intensa pesquisa da artista visual Leticia Pantoja sobre Diadorim,herói andrógino cheio de labirintos e mistérios, do livro “Grande Sertão: veredas”(1956) de João Guimarães Rosa. Na performance a artista deita um olhar sob falas dopersonagem que acendem questionamentos sobre gênero, Deus e diabo, femininoreprimido e machismo e sua relação com as paisagens e o bioma natural do cerradobrasileiro.Percorrendo as aventuras do cangaço vividas e cenários narrados pelos personagens,a artista recriou em vídeo-colagens mapeadas os momentos marcantes da história deDiadorim, trazendo para cena as veredas, o sertão, os buritis e mandacarus, a Serra doEspinhaço, os rios verdes, o urutu-branco e manuelzinho-da-crôa, além de muitosoutros ícones da fauna e a flora mostrados no clássico da literatura.A pesquisa artística da Leticia Pantoja busca explorar temas femininos e ancestrais, oque a levou a se encantar pela história de Diadorim, clássico mito da ​donzela guerreira​,impelida pelo pai a adotar a configuração masculina para se proteger e crescer no meiodos jagunços, assumindo uma personalidade andrógina. A obra lança assimquestionamentos sobre a frequência com que as mulheres tem que “se travestir” deuma energia masculina para obter respeito diariamente mesmo nos centros urbanos doséculo 21.Através de colagens analógicas e digitais, sons e poesia a artista conta essa história dofeminino sufocado, da coragem de uma mulher, da paixão impossível por Riobaldo e asede de vingança pela morte do pai, Joca Ramiro.A trilha sonora, criada pelo produtor musical Gabriel Souto, foi produzidaexclusivamente para a performance e somada, a pontos de boiadeiro, aos sonsextraídos do bioma local e trechos da primeira versão em película do filme inspirado nolivro.

Vj Arthur Pessoa

O cerrado é o elo entre todos os biomas brasileiros. É o berço das águas. É a savana mais rica do mundo. É o bioma mais antigo do Brasil. O cerrado sintetiza as ideias de escassez e abundância; secura e umidade; frio e calor; lua e sol; masculino e feminino; bem e mal. O conflito entre o bem e o mal – ou Deus e o diabo – é tema motivador da obra Grande Sertão: Veredas, ambientada no sertão-mundo no norte de Minas Gerais. A imagem “o diabo no meio da rua no meio do redemoinho” é emblemática da história de Guimarães Rosa e dá suporte à construção de dois personagens que conduzem a narrativa da projeção: o Diabo e o Elo. As imagens são resultado do trabalho do coletivo da festa-espetáculo Limbo – nesse caso Nathália Azoubel, Jean Peixoto, Maria e Artur Pessoa. A trilha sonora é de Ramiro Galas. Ficha técnica: Abner Leal – Animação Artur Pessoa – Roteiro, animação e edição @vjarturpessoa Jean Peixoto – Fotografia @jeanpeixoto Maria – produção, maquiagem @airraam Nathalia Azoubel – Figurino, maquiagem e performance @kedineoo Ramiro Galas – Trilha sonora  @ramirogalas

Vj P4nick Mobius Studio

Desde 2014, o Mobius Studio transforma ideias em realidade, unindo arte, tecnologia e criatividade para impactar pessoas. Atualmente, para atender de forma plena a todas as demandas criativas, conta com uma equipe de artistas, designers, roteiristas e desenvolvedores dedicados e atentos aos detalhes. Constrói pontes entre conceitos e pessoas por meio de um pensamento em um design de experiência moderno e atrativo. Ao longo de mais de 10 anos no mercado, o estúdio se dedica e se especializa em desenvolver projetos únicos para cada cliente. Sua missão é ouvir, observar e dar vida às histórias.

Laura Campestrini

Psicóloga e Video Artista, teve seu primeiro contato profissional com artes visuais através da fotografia em 2012. Migrou para a imagem em movimento através de filmagens, quando gravou festivais como Cena Contemporânea (2014) e Hilaridade Fatal (2014).

Em 2019 iniciou sua carreira de VídeoJockey (VJ) integrando conhecimentos simbólicos da psicologia com linguagem visual, motion design e vídeomapping. Foi VJ dos dois espetáculos do Isto Também Passará em 2019, entre outros eventos, com detaque para  Festival CoMA (2019), Budbasement 2019, Movimento Internacional de Dança (2019), Pavilhão Luz 2019, Bloco dos Prazeres 2020 e Bloco de Nanãn 2020.

Vj Carol Santana

Carol Santana é artista visual multimídia que se destaca na cena de VJ e Videomapping com seu trabalho fortemente conectado à cultura ancestral e à arte urbana, trazendo reflexões sobre identidade e resistência.

Reconhecida e premiada internacionalmente, seu trabalho já percorreu mais de 10 países, e mais de 20 renomados festivais de arte e tecnologia pelo mundo como MUTEK (Argentina e Canadá), Amazônia Mapping (Brasil), Untold (Romênia),  XP Music Futures (Arábia Saudita), Noz Stock (Inglaterra), Visual Brasil (Barcelona) e De La Luz Antigua (Guatemala).

Seus visuais também já marcaram presença em locais históricos como Arcos da Lapa, Museu Mar, Museu do Amanhã e Centro Cultural Banco do Brasil .

Luvinha vai ao cerrado

LUV é nascida no Rio de Janeiro e radicada no Brooklyn, Nova York, a obra de Luiza abrange instalações de novas mídias, incluindo mapeamento de projeção, instalações de luz, pinturas acrílicas sobre tela e objetos encontrados. Ao mesclar tecnologia com práticas artísticas tradicionais, ela cria ambientes que capturam a essência caótica da vida urbana e expõem as complexidades e a vibração da sociedade contemporânea.

Seu trabalho aborda temas como amor e solidão, a influência da internet, delírios sociais e a atmosfera de sua cidade natal, o Rio de Janeiro, frequentemente entrelaçada ao conceito de saudade. Por meio dessas explorações, Luiza convida o espectador a refletir sobre as paisagens emocionais moldadas pelas experiências modernas e a busca por conexão genuína em um mundo fragmentado.