VJ KOBA
Artista visual do DF, construiu seu nome na cena techno e underground, com projetos de projeção mapeada e intervenções artísticas por todo o circuito de eventos e festas do DF.
Artista visual do DF, construiu seu nome na cena techno e underground, com projetos de projeção mapeada e intervenções artísticas por todo o circuito de eventos e festas do DF.
Pioneiro no audiovisual há mais de 15 anos, unindo arte e tecnologia para criar experiências visuais impactantes e inovadoras. Como o coração visual do Warung Beach Club, liderou projetos como o Warung Tour e o Warungday Festival, levando a estética brasileira aos maiores palcos internacionais, incluindo Coachella, Ultra Miami, Rock in Rio e Pacha. Sua estética, uma homenagem à nostalgia urbana, grafite e memórias das cidades, transforma beats em paisagens sensoriais que dialogam com passado e futuro, utilizando uma combinação de tecnologias analógicas, digitais, softwares 3D, game engines e pintura manual. Com mais de 1000 performances ao vivo ao lado de gigantes da música, sua trajetória é marcada pela inovação e conexão profunda entre arte, cultura e tecnologia.
Psymyk é o projeto de VJ de Michel Araújo, fotógrafo e filmmaker, Nascido em BH e renascido na Bahia, onde vive desde 2017, Michel traz em sua bagagem um olhar moldado por 10 anos de fotografia profissional e muitos anos de estudos dedicados à luz e o som, por meio da pesquisa musical, da foto, do vídeo e do design.
Desde novo, sempre brincou de manipular imagens e vídeos, mas por muito tempo isso existiu apenas como experimentação, sem um foco definido. Depois de fazer um curso com o VJ Eletroiman, encontrou a direção que faltava: a certeza de que o caminho era através da projeção mapeada.
Tendo que conciliar sonho de vj com outros compromissos profissionais, segue estudando e testando incessantemente, mantendo o sonho desse projeto vivo nos intervalos possíveis e a procura de uma oportunidade para psymyk nascer pro mundo, torcendo muito para que seja através de um festival tão incrível como o Cerrado Mapping Festival.
Ricardo Palmieri (Santo André – SP, 1978) é arquiteto, mestre em Engenharia e Gestão da Inovação pela UFABC, produtor multimídia e pesquisador de ferramentas livres para produção artística digital. Desde 1998 desenvolve pesquisas em multimídia e sistemas interativos, com atuação como usuário e ativista de softwares e hardwares livres desde 2003. Participou da implantação dos Kits Multimídia do Programa Cultura Viva (MinC) entre 2004 e 2008, foi professor da PUC-SP, UNIP, Centro Universitário SENAC e IED-SP, e atuou como oficineiro em diversas instituições culturais no Brasil e no exterior.
Em 2009, recebeu o Prêmio Mídias Locativas do Festival Vivo ArteMov e foi agraciado com menções honrosas no Prix Ars Electronica (2010 e 2013). Desde 2011, realiza projetos autorais de arte audiovisual interativa e oferece consultoria em mídias interativas customizadas para projetos de educação, arquitetura e eventos de arte e marketing. Já desenvolveu soluções integradas de software e hardware para empresas como SuperUber, YDreams, Estúdio Maurício de Sousa, Saint-Gobain, YouTube, Nike, Pfizer e Hyundai.
Tem ampla experiência na produção, organização e realização de eventos profissionais e educacionais nas áreas de multimídia digital, inovação tecnológica e arte tecnológica. Seus principais interesses incluem cultura livre, cultura digital, veejaying, sistemas interativos e generativos, hack eletrônico, música de ruído, circuit bending, robótica DIY, slow food e performances multimídia.
Artista multimídia paulistana, transita entre ilustração, design, motion graphics, videomapping e VJing.
Nascido em Ouro Preto, ele atualmente reside em Belo Horizonte, onde cursa Design Gráfico. Apaixonado pela produção audiovisual e suas possibilidades criativas, seu interesse abrange desde a captação até a edição e transmissão de imagens. Sua experiência com mapping começou por meio do contato com amigos do Corrocobó, durante o período universitário, que o iniciaram nesse universo. Essa paixão o levou a participar de palestras no Horizontes Mapping em 2023 e 2025, além de atuar em uma projeção autoral no Viaduto Santa Tereza, em 2024. Também contribuiu com animações para festivais como o Tapume e o Só Amor, consolidando sua trajetória na arte audiovisual e suas experimentações em projeções e instalações multimídia.
Iluminador, cenógrafo e motion designer, atua na criação de imagens sensíveis e espaços performativos em novas mídias. Trabalha com projeções, luz e som, integrando ferramentas digitais como o TouchDesigner a processos de experimentação estética e imersiva. Suas práticas se estendem por palcos, instalações e performances audiovisuais em tempo real.
Sua pesquisa parte da escuta como base para a criação visual e espacial, explorando as relações entre som, corpo e imagem. Investiga formas de visualização sonora e ocupação sensível do espaço, passando por experimentos com microfonia, refração da luz na água e texturas geradas por dados. A participação em grupos como o Pedagogias da Imagem e do Som e oficinas como a da Vila e do Abrigo Plataforma ampliaram esse eixo, trazendo o corpo como agente e território vibrátil na cidade, sobretudo em zonas limítrofes como o Cais do Porto, em Fortaleza.
Recentemente, desenvolveu o VJing da apresentação Vermelho e Preto, de Uirá dos Reis, no Festival de Música de Ibiapina, com visuais generativos e sistemas de partículas áudio-reativos construídos no TouchDesigner e performados ao vivo. Também criou o projeto Beirada, no qual, em sua primeira versão, controlou a refração da luz na água através de microfonia manipulada por gestos, formando uma imagem viva e instável. Essas obras aprofundam sua investigação sobre a visualidade do som e sua presença no espaço como forma de vibração e afirmação.
Eugenia Maggi é uma artista multidisciplinar de novas mídias, educadora e criadora visual argentina radicada em Barcelona. Sua prática transita pelo videomapping, desenho digital ao vivo, animação, inteligência artificial e arte participativa, explorando a relação entre arquitetura, mito, natureza, espiritualidade e transformação interior.
Seu trabalho frequentemente transforma superfícies arquitetônicas e espaços públicos em territórios visuais vivos, onde o desenho, a luz e o movimento dão origem a narrativas simbólicas, emocionais e coletivas. Por meio de uma combinação de imagens desenhadas à mão, experimentação digital e projeção imersiva, ela cria experiências poéticas que convidam o público a estados de encantamento, reflexão e transformação.
Paralelamente à sua prática artística, ela desenvolve oficinas e projetos colaborativos que tornam as ferramentas de arte digital mais acessíveis, especialmente por meio do desenho ao vivo, da projeção e de tecnologias criativas. Atualmemte concentra-se na narrativa visionária, na criação de imagens expandidas e na geração de encontros imersivos entre pessoas, lugar e imaginação.
FORMULA LUMEN é um estúdio criativo independente, sediado na Bolívia, especializado em projeção de vídeo e criação de ambientes sonoros. Fundado pelo artista interdisciplinar Jo-Ta, o estúdio iniciou recentemente a sua trajetória, unindo arte, tecnologia e sensibilidade espacial para transformar estruturas, objetos e arquiteturas em experiências audiovisuais imersivas e sensoriais, que despertam percepções e conexões únicas no público.
Coletivo multicultural que surgiu em 2008 com o encontro de artistas do Vale do Paraíba, sob a direção de Hugho Carvalho e Anriih Kaiowá, ambos representantes da comunidade Pinheirinho dos Palmares, antiga maior ocupação da América Latina. Desde então, o coletivo vem ampliando suas ações em territórios periféricos, gerando intercâmbio cultural descentralizado e democratizando o acesso à cultura, promovendo espetáculos, performances, arte digital, slam, oficinas, residências artísticas e a formação de novos produtores culturais e líderes periféricos. Em 2020, o coletivo se reconfigurou e consolidou sua identidade como BUNKER – um nome que simboliza sobrevivência, protagonismo e a resistência das periferias, intensificando sua atuação com arte e tecnologia durante a pandemia (covid-19) com diversas ações e espetáculos, adotando esta linguagem como uma das principais ferramentas de pesquisa. Além de atuar com foco nas artes cênicas, urbanas e audiovisuais, o BUNKER também integra a luta por direitos socioambientais, utilizando o teatro, a performance e outras formas de expressão como ferramentas de transformação social e conscientização nas periferias, instituições e em escolas. Participou e ministrou diversas trilhas formativas, inclusive sendo Monitor no maior Programa de Formação Cultural para as Juventudes da América Latina (Programa Jovens Monitores Culturais de SP); na mesma intensidade sendo premiado em festivais e programas como Lei Paulo Gustavo, Lei Aldir Blanc, FUNARTE, PROAC, Co.Liga Digital, CIEDS, SESI, Fundo Municipal, entre outros.