Baseado em uma série documental com lançamento previsto para início de 2025 que trata do protagonismo feminino nas 4 maiores bacias hidrográficas brasileiras. Rainhas das Águas sintetiza a vida e a força de mulheres das mais variadas origens e culturas, que tem em comum a relação próxima com a água, seja pelo trabalho, pesquisa ou costume. O mapping agrega as experiências vividas e imagens coletadas, com a representação animada destas realidades naturais e humanas. site: rainhasdasaguas.com.br
Mãe Gaia, a guardiã da vida, entrelaça as forças da natureza para gerar vida e energia em uma cidade futurística. Tecnologia avançada e a natureza se misturam e geram energia que reage com a fachada do casarão.
Este projeto audiovisual destaca água e manguezais como fundamentais para biodiversidade. Explora a jornada das águas do cerrado aos manguezais, revelando sua importância para a identidade histórica e subsistência das comunidades. Através de uma narrativa visual envolvente, o projeto evidencia a conexão única entre água, fauna e flora, destacando sua importância e conscientização sobre a preservação desses ecossistemas vitais.
Água Raiz Cerrado é um poema concreto audiovisual, em videomapping, da idéia do odu de Iemanjá, onde ela se transforma em sete rios para atravessar as montanhas, chegar ao mar, com isso salvar seus filhos, ao cerrado um dos berços das águas desse continente, relacionando o prédio, esse tempo de mudanças climáticas em cor, forma , perspectiva e arquitetura digital…
“BIG (Water) Bang” recria a origem da vida por meio da narrativa da água. Inspirada no Big Bang, nossa jornada começa com o surgimento das primeiras partículas de hidrogênio, que se unem para criar as moléculas de água, a fonte primária de toda forma de vida. Acompanhamos a trajetória da água, desde os oceanos e rios primordiais, esculpindo paisagens e sustentando ecossistemas, até os tempos atuais, nos quais a água continua sendo o elemento vital do nosso planeta. Este trabalho celebra a beleza e importância da água, narrando sua história desde a criação do universo até seu papel fundamental na existência como conhecemos hoje.
Esta não é uma narrativa visual otimista do futuro do cerrado.
Muitas dados, histórias e imagens exuberantes deste bioma foram amplamente divulgados em diversas mídias, buscando catalisar mudanças socioambientais, entretanto, não conseguiram obstaculizar impactos terríveis da industrialização capitalista.
A verdade é que grande parte da nossa água está intoxicada por metais pesados, microplásticos, agrotóxicos, entre outros e relutamos em examinar microscopicamente os danos causados.
A beleza e importância das águas têm sido reduzidas à superficialidade, à semelhança das vidas artificiais e plásticas de muitos. Evitamos refletir sobre o mundo real: como somos aliados da destruição quando produzidos, consumimos e descartamos.
Não desejamos sentir a terra (e muito menos as profundezas das águas). Preferimos a tecnologia virtual que nos manipula.
É visível que persistimos em viver uma simulação de mundo perfeito nas redes sociais, sem assumir a responsabilidade pela justiça social. Será que esperamos que o futuro do cerrado se torne apenas uma memória em uma simulação holográfica?
Transcripción
Quando se sonha junto à água, faz-se a dialética do reflexo e da profundidade. O duplo da água cria enigmas de espelhamentos e os espelhos d’água tornam-se portais, abrindo paisagens de reflexos infinitos, ecos visuais que se propagam para dentro. Quem sou para além do reflexo que vejo na água? Inspirada na simbologia das águas e nas deusas do mar, “A água e os sonhos” reflete a força material e espiritual do elemento água.
No videomapping “Enquanto Seu Lobo Não Vem”, a narrativa nos leva a um mundo onde a sabedoria humana se baseia no domínio da natureza, tratando-a como um recurso. A água emerge como símbolo vital para a vida na Terra, ressaltando sua importância insubstituível e mostrando que, como todo recurso, ela pode acabar. Todas essas ideias são inspiradas por Ailton Krenak em seu livro “Ideias para Adiar o Fim do Mundo”, onde ele mostra que humanos e natureza são partes indivisíveis de um mesmo cosmos, e nesse sentido, a obra chama atenção para a necessidade de aprendermos com os saberes ancestrais da nossa terra.
“Sertão Molhado” é uma obra de videomapping que, de forma poética, audiovisual e abstrata, explora a transformação do clima árido do sertão pela presença vital da água. Com animações 2D e 3D, a obra revela o surgimento de riachos, o crescimento exuberante da flora e fauna, e a luta pela preservação dos mananciais do Cerrado. Através de uma narrativa visual impactante, “Sertão Molhado” celebra a água como fonte de vida, revitalizando uma das regiões mais importantes do Brasil.
No coração de nossa existência, encontra-se um elemento essencial e precioso: a água.
“Fluxo Vital” é uma jornada visual e sonora que explora a importância da água como fonte de vida e a urgência de preservá-la diante da crise climática que enfrentamos.
O Fluxo Vital é eterno, se cuidarmos dele com amor e respeito. Que este espetáculo inspire a todos a agir, para que a água continue a ser a fonte de vida que nos une e nos sustenta