Nas bordas do cerrado, o campo se abre para o horizonte — a famosa imensidão do sertão. Este espaço restrito mas com permeabilidade visual para o céu e para o final do parque evoca os momentos de Riobaldo em que a vastidão do campo provoca vertigem e revelação.
Na instalação, lasers apontam para o céu e para o horizonte visível ao fundo do parque. Como se o cerrado enviasse sinais para além de si mesmo. A restrição do espaço físico contrasta propositalmente com a abertura visual: o visitante está num ponto pequeno contemplando o infinito.