Na curva que abre para a nova clareira, projeções nas árvores criam um “portal” de luz; imagens do cerrado em movimento (pássaros, insetos, chuva, fogo) que reconfiguram o ambiente ao redor.
“Nonada” é a primeira palavra do livro “Grande Sertão: Veredas”, um paradoxo que significa ao mesmo tempo “nada” e “tudo”. A curva do percurso é esse ponto de virada onde o visitante sente que acabou de começar algo novo, mesmo já estando fundo na jornada.